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Podcast Falei e Disse – Violência rural e a segurança nas propriedades privadas de Rondônia

Violência rural e a segurança nas propriedades privadas de Rondônia

Está cada vez mais comum vermos a área rural sofrer com a violência, onde aumenta o índice de criminalidade no campo, com roubos e furtos nas propriedades.

O homem do campo em Rondônia sofre, vendo seus bens sendo saqueados por criminosos, mas infelizmente esses proprietários estão de mãos atadas e a única coisa que podem fazer é denunciar e esperar a investigação da polícia.

Sem uma política de segurança pública voltada para a zona rural, Rondônia vê uma escalada nas estatísticas que apontam novos casos anualmente, e o prejuízo recaí sobre aqueles que pagam seus impostos, nesse caso o produtor rural.

Embora já tenhamos visto muitos projetos, que não foram adiante nesse segmento. Além de promessas políticas a cada eleição, mas que sempre termina em meras palavras sem uma ação efetiva.

Um caso mais recente onde vimos mais de 1 milhão de reais de prejuízo, com o furto de 200 cabeças de gado na região central do estado de Rondônia.

Felizmente a polícia Civil agil com muita eficácia, recuperando os animais e amenizando as perdas para esses proprietários, como resultado da Operação Garrote desencadeada em março desse ano.

Foi identificado que outros agricultores até mesmo açougueiros, faziam parte da quadrilha que tocavam o terror nas propriedades da região.

Muitos desses roubos são marcados pela violência extrema, causando traumas e tragédias, onde muitas vidas inocentes foram tiradas por esses marginais que atacam sem pudor.

Dentro desse cenário entra um tema polêmico, mas que vem sendo debatido no Brasil há alguns anos que é o armamento para autodefesa.

Sem apologia ao armamento indiscriminado

Não quero jamais fazer apologia ao uso de armas indiscriminado, longe disso. Mas gostaria de citar um caso que precisa ser analisado, onde esse tipo de crime vem sendo erradicado, graças a facilitação da posse legal de arma pelo homem do campo dentro da lei.

Não se trata de uma ação ampla, mas específica que vem ajudando a reduzir a criminalidade na zona rural em Goiás, junto com a patrulha policial.

Registros apontam que roubos reduziram pela metade nos últimos dois anos. Não faz muito tempo o campo naquele estado, era uma terra sem lei. Onde ocorriam desde invasões com destruição de máquinas e plantações.

Assim como ocorre em Rondônia, frequentemente esse tipo de ação dos bandidos são registradas em várias regiões do país e os culpados quase nunca são punidos.

Em Goiás bastante indefesos e sem autorização para usar armas, o produtor rural dependia exclusivamente das forças de segurança. Mas na prática, muitas vezes quando elas chegavam já era tarde.

Os donos de uma fazenda no interior de Goiás já tinham perdido a conta de quantas vezes foram assaltados, até tentativas de invasão aconteceram na propriedade deles.

Mas a partir do momento que eles tiveram a permissão para a posse da arma de fogo os problemas acabaram. Eles dizem que mudou tudo, porque hoje se sentem com mais segurança de caminhar na sua propriedade.

Conseguem em paz executar o trabalho de dia e de noite sempre em posse de arma.

Cresce número de pedidos por posse de arma no Brasil

A Polícia Federal responsável pela emissão do registro e posse de arma de fogo teve quase 10.500 pedidos no ano passado, cerca de 4 mil e 800 deles feitos por cidadãos comuns.

Este ano já são quase quatro mil requisições de posse de arma 1.700 só para defesa pessoal.

O Rio Grande do Sul lidera o ranking com 507 armas, seguido do Espírito Santo, Distrito Federal e Goiás.

A Secretaria de Segurança Pública goiana conta com modernos equipamentos, onde monitora o deslocamento das patrulhas rurais em tempo real.

Com isso as ocorrências caíram pela metade no estado nos últimos dois anos. Polícia e autodefesa caminham juntas e se completam.

Sabemos que tem muita gente que defende o desarmamento da população de bem, e para argumentar dizem que a arma na mão do produtor rural, por exemplo, serve pra trazer mais problema que solução.

Mas os números mostram exatamente o contrário em Goiás, onde praticamente não existem nenhum registro de produtor fazendo mau uso da arma, senão em defesa própria.

Claro que para isso quem vai ter a posse de arma deve ser capacitado, cumprindo com todos os requisitos exigidos por lei.

Os goianos cansaram de sofrer e ver os prejuízos em suas fazendas, agora unidos com as forças de segurança e na posse de arma de fogo com autorização e cumprindo com a lei e responsabilidade, concordam que agora viram cumprir o direito de defender seus bens, trazendo proteção para a própria vida e de seus familiares.

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Fonte: Mixrondonia.com por Claudio Morais – Jornalista

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