Trabalhadores em educação de Rondônia ocupam prédio da Seduc em Porto Velho

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A manifestação, que tomou conta de corredores do Palácio Rio Madeira (CPA), é um protesto contra a falta de resposta do governo às reivindicações contidas na proposta de Plano de Valorização da categoria, entregue ainda em dezembro ao governo.

A administração do governador Confúcio Moura se recusa a cumprir a Lei federal nº 11.738/2008 (lei do piso salarial do Magistério), a Lei nº 3.565/2015, que instituiu o Plano Estadual de Educação, e a Lei Complementar nº 680/2012, lei do Plano de Carreira da educação.

No início da ocupação houve princípio de confronto quando agentes de segurança do prédio tentaram impedir a entrada dos trabalhadores.

A categoria está revoltada com o silêncio e o descaso do governo diante das reivindicações.

O movimento de greve tem a adesão de mais de 85% dos trabalhadores em educação em todo o estado, e não tem data para terminar.

A presidente do Sintero, Lionilda Simão, disse que o governo vem demonstrando total falta de compromisso com a educação, embora a valorização da categoria tenha sido prometida reiteradas vezes pelo governador Confúcio Moura.

“É compreensível a revolta dos trabalhadores em educação. É possível entender por que a categoria decidiu, por unanimidade, manter a greve. O único responsável pelas consequências da greve é o governador Confúcio Moura, que se nega, inclusive, a dialogar com o sindicato”, disse.

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